Secovi-SP debate integração do mercado imobiliário de países de língua portuguesa
O Secovi-SP (Sindicato da Habitação) e a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (Apemip) se reuniram na tarde de ontem para conversar sobre a criação da Confederação Imobiliária de Língua Oficial Portuguesa (CIMLOP).
“Nossa ideia é firmar parcerias com entidades congêneres no Brasil, mas iniciamos este diálogo pelo Secovi-SP, dada sua importância e representatividade”, disse Luis Lima, presidente da Apemip, a fim de firmar as bases de uma estrutura que reúna associações empresariais do setor nos países de língua portuguesa. O presidente do Secovi-SP, João Crestana, afirmou o interesse em participar da organização da Confederação. “Vamos evoluir na proposta e iniciar imediatamente os estudos necessários.”
Segundo Lima, a ideia é ter Portugal, Angola e Brasil como países fundadores da Confederação e, por meio dela, divulgar a oportunidade de investimentos imobiliários e criar uma base de dados dos imóveis oferecidos nos países lusófonos. “No Brasil identificamos duas entidades fundamentais: o Cofeci, que congrega os corretores, e o Secovi-SP, que representa empresas incorporadoras e corretoras de imóveis e se apresenta como das mais dinâmicas entidades da área. Daí ser o Sindicato a primeira entidade que procuramos no País”, afirmou Lima, que participou do encontro ao lado dos diretores Vitor Patacas (vice-presidente), Vasco Reis, Paulo Alexandre, Antonio Almeida e Julio Roldão (assessor de imprensa).
O presidente do Conselho Consultivo do Secovi-SP, Romeu Chap Chap, e coordenador estratégico da área de relações internacionais, avalia a proposta como extraordinária. “Trata-se do início de um trabalho que estava faltando”. Já Ricardo Yazbek, vice-presidente do Sindicato e presidente da Fiabci/Brasil, entende que se trata de uma importante união de esforços. “Quanto mais multiplicarmos a voz do mercado imobiliário, melhor. A Confederação pode estimular negócios e ser importante veículo em defesa do direito de propriedade”, afiançou.
Fonte: Secovi-SP 05/02/10
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